Mãos Molhadas

 Posted by at 1:14 am  Pergunte ao Monge
jan 202011
 

Prezado Monge, o que você acha de suborno? (Rick, via comentário no site)

Depende. De quanto estamos falando exatamente? E o que o senhor quer que eu faça? Não, não, esquece, é só brincadeira. O Monge é insubornável, independente da quantia. Coisas de idealista, fazer o que. Continue reading »

jan 112011
 

Por que Ribeirão Preto não está preparada para atender os cadeirantes? (Gilberto Caldeira)

Meu amigo Gilberto, acredito que Ribeirão Preto, como a maioria das grandes cidades do mundo, pensa nos problemas de seus habitantes até certo ponto. Não digo que haja necessariamente um jogo de interesses em não beneficiar os cidadãos cadeirantes, mas que as dificuldades de acessibilidade as quais eles enfrentam passam bem longe do pensamento cotidiano do cidadão comum, isso sim. Continue reading »

nov 302010
 

A pergunta que não quer calar diante das recentes operações no Rio de Janeiro: e agora?

E agora é torcer para que tudo por lá continue dando certo. O Rio nesta última semana viveu um momento histórico, principalmente pela inédita coalisão das forças públicas. Faz até pensar por que uma ação destas proporções não ocorreu antes. O que mudou? Certamente, a posição da grande mídia mudou radicalmente a partir do momento em que os primeiros blindados da Marinha percorreram as ruas da cidade em direção à Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão. O resto Continue reading »

Esse lugar…

 Posted by at 11:14 pm  Sem categoria
abr 092010
 

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Sabe esse lugar? Tem um senhor deitado lá neste momento. Meio calvo, barba rala, habitual. Ele sempre volta, dizem. É doente psiquiátrico, especulam. Independente dos motivos pessoais, está lá pela ineficiência do poder público em lidar com o problema. Ele é remediado sistematicamente, visualmente. Alugado o imóvel, não haverá nem um cachorro por ali. Mas o cidadão ainda existirá, sabe-se lá onde.

Sua situação é culpa do excesso de política e da falta de vontade. É frio. Para ele e para a cidade.

com Will Parisi.