fev 012010
 

Sexta-feira cedo (29/01) acordo e logo recebo duas congratulações a respeito do “Dia do Jornalista”, uma delas inclusive era um email marketing todo produzido da Faculdade a qual estudo. Até aí tudo bem – apesar de ser extremamente contraditório, eu, cursista do 4º ano recebendo congratulações de uma Instituição de ensino, que como todas as outras, considera jornalista apenas o cidadão com o diploma que comprova seus quatro anos de estudo completos, mas não vem ao caso.

O importante são as datas. Por exemplo: o médico tem seu dia. As especialidades médicas também tem seus grifos no calendário (e são vários dias a se “comemorar”), mas de forma alguma se vê três “Dia do Médico”, seria um absurdo. Para o jornalismo não parece ser.

Entenda a confusão: O “Dia do Jornalista” se repete três vezes ao ano. Você não leu errado. Não é um dia do “jornalista econômico” e outro do “repórter de rua”, são três dias iguais só para o Jornalista!

O primeiro é 24 de janeiro, escolhido por também ser o dia de São Francisco de Sales (padroeiro da profissão).  O segundo dia vem muito tempo depois, dia 29 de janeiro, data da morte do escritor, farmacêutico e jornalista José Carlos do Patrocínio, morto em 1905. A terceira é o dia 07 de abril, data de fundação da ABI – Associação Brasileira de Imprensa, em 1908. Essa última é a mais “difundida” e aceita em publicações oficiais do governo e afins.

Uma profissão tão desorganizada como a nossa, que sequer aceita ser julgada (por achar que está acima da sociedade) precisa mesmo de três datas para encher seu ego. Parabéns, parabéns, parabéns!

jan 292010
 

(publicada originalmente na edição 7 – julho de 2009 – primeira quinzena)

Filosofia que vem, não apenas de Atenas, mas diretamente do Olimpo. O filósofo Luiz Rufino dos Santos Júnior transmite ao Colóquio desta edição a digna qualidade de Ágora (Praça principal na constituição da cidade grega durante a Antiguidade Clássica) ao “palestrar” através da esfera pública do Inconfidência.

“Estamos num caminho sem retorno, a decadência final da civilização.”

“Estamos num caminho sem retorno, a decadência final da civilização.”

Inconfidência Ribeirão – Hiperdemocracia, o que é isso? Continue reading »