jan 292010
 

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(publicada originalmente na edição 8 – julho de 2009 – segunda quinzena)

Sensibilidade à flor da pele. O músico, principalmente o clássico, vive assim. A música não é momento, é realidade a cada instante. A elaboração e o apuro para se executar este tipo de som ultrapassa os sentidos. Impossível ser indiferente quando as primeiras notas de uma orquestra ecoam pelos ares. Pode-se dizer o mesmo das palavras do professor e músico Milton F. Bergo. Sinceras e sensíveis. A cultura pede socorro aos berros, mas agoniza em silêncio. Até agora.

Nossa redação é humilde, mas a música é de primeira.

Inconfidência Ribeirão – De onde veio o gosto pela música? Continue reading »