abr 212011
 

Uma questão que tristemente se repete…

 

(Publicado originalmente em 21 de fevereiro de 2010)

Monge, por que o ser humano briga tanto? (Tauhana Mariana, de Brasília-DF, por e-mail)

Às vezes penso, querida Tauhana, que a pergunta mais precisa seria: quando o ser humano conseguiu, ao longo de sua história, deixar de brigar? Porque parece que a violência para com nosso semelhante está nos genes, na natureza do homem. E não podemos simplesmente culpar o instinto de sobrevivência, fruto de nossa herança animal. Continue reading »

abr 192011
 

Monge, por que música ruim “gruda” na cabeça? (Patrícia Alves)

Querida Paty, músicas ruins são uma praga universal. Graças a tudo que é sagrado, não são apenas elas que grudam na cabeça, pois do contrário não teríamos mais um minuto de descanso mental. Boas canções também podem ficar ecoando repetidamente em nossos ouvidos. Continue reading »

abr 142011
 

Afinal, onde é que se encontra um político que não é corrupto? (De um senhor em uma padaria qualquer)

Caros leitores, desta vez, o Monge gostaria de propor a pergunta a vocês ao invés de respondê-la prontamente. Porque, admito, não faço a mínima ideia de por onde começar a procurar.

Um pensador inglês do século XIX, Sir John Dalberg-Acton, escreveu certa vez:  ”O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente”. Continue reading »

abr 122011
 

Monge, criminalizar a homofobia pode acabar com o humor na televisão? (Juliana Duarte)

Bela pergunta. O humor padrão na televisão brasileira por anos se sustentou na tríade “homossexual caricato – mulher bonita e burra – pobre que fala errado”, na melhor tradição dos personagens pitorescos de Chico Anysio, Jô Soares, A Praça É Nossa… Não que sejam necessariamente ruins e discriminatórias, mas são piadas que vão se tornando cada vez mais incômodas, quando não ficam batidas. O humor, como toda produção cultural, tende a evoluir, acompanhando as ideias do grupo no qual se manifesta. Continue reading »