Manchetes – 22-05-2011

 Posted by at 10:46 am  Manchetes
mai 222011
 
A Cidade
Aviões com controle remoto vão flagrar crimes ambientais

Comentário Inconfidente – Imagine colocar ele para detectar vazamento de água e buracos em Ribeirão!


Gazeta Ribeirão
Ribeirão é a décima em apreensão de drogas

CI – Imagina se álcool fossse proibido!


Discussão do Código Florestal eleva desmate, diz documento

CI – Brasil, um país de inversão de valores.


Estado de Minas
Saiba o que fazem (e o que não fazem) os vereadores de BH

CI - Tem cidade que os vereadores ficam ofendidos só de perguntar.


Folha de São Paulo
Congresso trava lei de enriquecimento ilicito

CI – Ou o Congresso trava essa lei ou essa lei trava o Congresso.


Correio Braziliense
Como reduzir juros e dívidas na justiça

CI – E quem já pagou os abusos?


O Globo
Atendimento a baleados cai 46% nos hospitais do Rio

CI – Será que a UPP funciona?


Jornal do Brasil
Fã de Paul McCartney fura bloqueio e ganha um “oi”

CI – Declarou que nunca mais limpará o ouvido.


Zero Hora
Como foram localizados os destroços do voo 447

CI – Procurando.


Valor Econômico

Sem edição aos sábados e domingos


Revistas


Carta Capital
Quem, eu?

CI – Já vimo esse filme ‘Palocciano’ antes.


Época
O mito da felicidade

CI – O mito da reportagem sobre felicidade.


Veja
Por critérios matemáticos, os estádios da Copa não ficarão prontos a tempo

CI – Mas relaxa, aqui é o Brasil. Vão subornar Arquimedes por alguma nova fórmula.


Istoé Dinheiro
Sr. FMI: sexo e poder no clube dos bilhões

CI – O fraco do homem.


Istoé
A privatização da polícia

CI – Para um país que vendeu seu próprio satélite…


Exame
Imóveis – A maior alta do mundo

CI – Está cada vez mais caro morar.


CI – Comentário Inconfidente

Sina brasileira

 Posted by at 8:52 am  Artigos, T.I.
mai 222011
 

Ter conduta séria no Brasil é um contra-senso. Pois você nasce em um país onde a principal rede de televisão é criminosa e a maioria dos veículos impressos são comprados pela conveniência publicitária. Toda defesa do jornalismo se resume a luta de uma classe desesperada em manter uma reserva de mercado e não na publicação dos fatos verdadeiros. Os representantes públicos são tomados por ‘corruptos de natureza’ e um trabalho de transparência em órgãos públicos prova que isso é a regra. Todos os malfeitos são justificáveis quanto atingem alguém popular e no Judiciário a vestimenta dos juízes é preta, porque se branca fosse, viveria encardida.

No fim das contas o povo, depois de tanto trabalhar, prefere mesmo é cerveja, futebol e novela. Porque a religião virou empresa, o roubo pelos bancos virou piada e já que o perdão é para todo mundo, a consciência pesada não incomoda enquanto o pão estiver garantido.

Deus é brasileiro. O filho é pródigo.