nov 182010
 

Monge, como você e o mundo todo estão acompanhando, a tecnologia cibernética focada em inteligência artificial está crescendo absurdamente e tem um potencial mais absurdo ainda de crescer ainda mais!

O próprio Google é uma prova disso. É tudo “di grátis”, sabe tudo sobre voçe (você quiz dizer “você”?) e é uma pedra no sapato de nada mais nada menos que o empresário ex-mais-rico-do-mundo Bill Gates, que veio perdendo este posto gradativamente nestes ultimos anos (coincidência?).

Minha pergunta é: Como você acha que será nossa realidade virtual daqui a 50 anos (mais ou menos a idade dos computadores até então)? Você acha que a inteligencia artificial é o caminho mais curto ao “trono” empresarial hoje? (Vitor Pucciarelli)

Meu amigo Vitor, inteligência é o que menos se vê no meio empresarial de hoje, quanto mais artificial. Estão todos preocupados em como superar as iminentes crises financeiras que desabam época após época, cuidadosamente arquitetadas por aqueles que há muito tempo superaram o conceito de empresariado enquanto detentores do dinheiro e dos meios de produção. Gente que manda no mundo, vivendo em um universo inimaginável. Mas deixemos eles por lá. No mundo comum empresarial, a grande salvadora é também a grande vilã: a tecnologia. Se por um lado ela aprimora a produtividade e integra conceitos, locais e pessoas diferentes, por outro ela artificializa a produção e dissemina ideias rápido demais. E lá se vai um bando de trabalhadores desempregados, substituídos por uma máquina, enquanto garotos de 15 anos pirateiam em uma noite uma programação que uma empresa demorou anos para desenvolver.
O que vai virar disso tudo? Ninguém sabe. Ou melhor, umas poucas pessoas sabem, principalmente aqueles mesmos que tem o dom de puxar as cordinhas para que qualquer cenário dance conforme a sua música. Mas aos poucos os pequenos nerds de 15 anos vão ganhando espaço, conforme vão crescendo. Logo serão eles os que tomarão conta da parada que os velhos donos do mundo vão deixar. E eles chegam lá primeiro, com o auxílio da internet e de toda as ferramentras tecnológicas para se ganhar dinheiro nas quais puderem colocar as mãos. A não ser, é claro, que os anciões resolvam dar sua última cartada antes de deixarem seu legado sucumbir à conectividade das novas gerações. Eles ainda detém o poder de puxar o plug da tomada. E aí, daqui a 50 anos, estaremos mais atrasados do que hoje.
Ah sim, sobre inteligência artificial: o Monge acha difícil falar sobre esse assunto sem cair em teorias apocalípticas sobre máquinas que se revoltam e a humanidade quase extinta, no melhor estilo Exterminador do Futuro e Matrix. De prenúncio do caos, já basta a ideia da internet sendo desligada.



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