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Querido Monginho, considerando que na maioria dos relacionamentos (qualquer tipo de relacionamento) as pessoas são infiéis em algum momento, qual a relação do ser humano com a traição? Beijos (Nathalia Carvalho)

Querida Nati, a chamada “traição” não precisa ser exatamente uma coisa ruim. Encaremos a coisa como uma mudança brusca de ideia, quando de repente queremos fazer algo diferente do que estamos fazendo. Tal mudança pode ser gerada tanto da própria vontade quanto de alguma influência externa – algo que o parceiro ou colega fez que desagradou a você, uma ideologia diferente, pressão por parte de terceiros etc.

O Monge está tentando pensar em larga escala agora. Quando você diz “qualquer tipo de relacionamento”, na minha cabeça isso inclui amor, família, trabalho, grupos sociais, até mesmo exércitos aliados em uma guerra. Mesmo em situações diferentes, o fenômeno é o mesmo. Se o outro conta com alguma atitude sua, e o que você faz é exatamente o contrário, aí está a traição como a conhecemos.

Não existe “traição menor”. O que muda são as conseqüências dela, de acordo com os contextos do relacionamento que ela afeta. Se um destacamento de um exército resolve debandar e aliar-se ao inimigo, isso pode não fazer diferença no resultado de um conflito, apenas “desestabilizar” a situação que existia anteriormente. Mas se tal debandada ocorre durante uma batalha crucial, onde qualquer desequilíbrio pode fazer a diferença, provavelmente os ex-aliados dos traidores estarão em apuros.

Ok, o exemplo foi um pouco inverossímil. Mas deu para pegar a ideia, não? Da mesma forma, um relacionamento amoroso não irá necessariamente por água abaixo quando ocorre uma traição. A questão, novamente, é a consequência. De repente pode acontecer de a parte traidora apaixonar-se loucamente após o ato, e querer dar um adeus definitivo à antiga companhia. Ou pode ser só uma coisa momentânea, uma vontade carnal irresistível. Claro que uma “escapada” inofensiva também pode acabar definitivamente com um relacionamento, mas aí depende mais da reação da parte traída ao fato. Para algumas pessoas, até mesmo um olhar lânguido para uma terceira seria imperdoável. Por isso mesmo, a comunicação entre as partes é essencial. É sempre interessante saber até onde se pode ir.

ago 312010
 

A Cidade

Transerp dá dois dias para fiscalizar lei da cadeirinha

CI – E se houver algum acidente envolvendo crianças nesses dois dias?

Gazeta Ribeirão

Variação do preço do álcool nos postos chega a até 16%

CI – Concorrência é isso aí.

O Estado de São Paulo

Após freada, mercado espera reação do PIB no 3º trimestre

CI – E o PIB não vai desapontá-los.

Folha de São Paulo

A cada 4 dias, Lula divide algum palco com Dilma

CI – Para não haver mais confusão nenhuma de quem ele apóia.

O Globo

Previdência: Planalto teme prejuízo eleitoral com debate

CI – Assunto espinhoso.

Estado de Minas

Terror sem fim

CI – O sonho deles tornou-se o pesadelo das famílias.

Jornal do Brasil

PF ataca fraude na reforma agrária

CI – Como se já não fosse um processo bastante atravancado…

Zero Hora

Bolsa-infrator reduz a volta de jovens ao crime no Estado

CI – Um nome ruim para um ótimo programa.

Correio Braziliense

TSE decide hoje se Roriz é ficha suja

CI – Mais um. Ou menos um?

Valor Econômico

Fundos imobiliários deslancham

CI – O Brasil virou um gigantesco canteiro de obras.

CI – Comentário Inconfidente