jan 292010
 

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Ah, a Matemática. A magia dos números, a precisão do universo. O dom do cálculo possibilitou ao homem lidar com a natureza de uma forma única, nunca antes experimentada por nenhuma outra espécie. Observamos com admiração um grupo de castores construindo uma represa, mas nunca veremos um castor engenheiro chefe, de capacete e prancheta na mão, a fazer contas e mais contas. Tampouco esperamos que aqueles simpáticos roedores apliquem o conceito da estrutura de madeira na floresta inteira, transformando-a em um condomínio de suntuosos edifícios, o Village dos Castores. Através da medição, mensuração e especulação numérica, o ser humano pode desenvolver, através dos séculos, ferramentas cada vez mais avançadas para emular os feitos orgulhosos dos seus companheiros animais. Do dique dos castores ao voo das aves, da resistência dos insetos à velocidade dos felinos predadores.

Falemos então sobre a calculadora como a conhecemos hoje. Eletrônica, ela é descendente direta do ábaco e de tantas outras engenhocas de calcular. Possui também suas próprias variações, como a calculadora científica e a HP dos estudantes de engenharia. Mas todas elas não são nada mais além de “metaferramentas”, que não interagem diretamente com o ambiente. Mesmo assim, a calculadora tornou-se um instrumento essencial no dia a dia do homem que hoje não vive sem a Matemática. Pois além da fabricação de máquinas, casas e aviões, os números estão presentes em outros contextos exclusivos da espécie humana, como o sistema monetário, a contagem de tempo e as notas de 0 a 10 que classificam o seu aprendizado. A calculadora não erra, sempre nos fornece o resultado correto. Claro que ela ainda pode parar de funcionar, mal de todos os eletroeletrônicos. Ora, até um avião pode dar pane e cair de repente. E vale lembrar que aviões não são comprados em camelôs.

Cheque constantemente a bateria de sua companheira de cálculo. Não se esqueça de uma das diretrizes fundamentais do universo, prevista pela Teoria do Caos e pela Lei de Murphy: a quantidade de carga da bateria de um aparelho eletrônico é inversamente proporcional à sua necessidade de usá-lo. Não sendo este o caso, confie que sua calculadora de bolso não o deixará na mão. E no caso de falha persistente em uma determinada conta, verifique se o defeito não está na pecinha que aperta os botões.




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