Erros judiciários

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jan 212010
 

(publicada originalmente na edição 4 – maio de 2009 – segunda quinzena)

Judiciário. Tempos difíceis vive tal poder. Muito se fala de sua arbitrariedade, excessos e recessos e toda sorte de especulações. Mas e a regulação? Como fiscalizar o fiscal? Teve uma época em que o jornalismo se prestava a este papel. Um jornalismo investigativo sério. Atento à fatos, provas conseguidas por perícia e persistência no que se faz. Não na falácia da porrada ou no pau de arara de uma ditabranda.
Grandes reportagens que marcaram época foram abordagens feitas a partir deste tipo de jornalismo. Dentre muitas destacam-se as que buscavam solucionar erros judiciários. Além de achar bandidos, libertar inocentes dava audiência.
Em seu acervo Saulo Gomes coleciona inúmeros casos em que teve participação direta ou indireta na elucidação, captura ou entrega de bandidos perigosos à sociedade. Esteve envolvido em casos como  o caso dos Irmãos Naves,  o crime de Parelheiros e o do Advogado do Diabo sobre a socialite Danna de Teffé e o advogado Leopoldo Heitor. Neste último Saulo é a prova de que não existe crime perfeito.  Afinal confissão é a rainha das provas. E diferente da prática de hoje, ele tem o áudio.

Saulo Gomes, 81 anos, repórter investigativo. Há mais de meio século cobrindo a história do Brasil.

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