jan 212010
 

Quando se tem algo em demasia (o que está em excesso; o que ultrapassa a média ou o bom senso – Houaiss) quase não se importa com seu desperdício. Máxima capitalista de desvalorização do que está sobrando. O Brasil não foge à regra e como maior possuidor de água potável do mundo cuida pouco do que tem. A cultura ocidental, além daquela do cartão de crédito (ou o contrário?), ensina a viver o agora, o já, o “go.”. Não entendem que assim cada vez menos pessoas “vão” a algum lugar. Afinal, tem coisas que não tem preço e uma delas representa 70% do nosso corpo.
Na seção Colóquio, o colega de vocação Sidnei Quatier empresta sua credibilidade em uma entrevista clara, simples e franca sobre a vida de jornalista. Qualidade rara hoje em dia é o nível de seu texto. Coisa boa, vale a leitura.
Bina Galli traz uma tentação para as festas juninas. Um doce feito à base de cascas de abacaxi. Em “Sua lembrança é nossa história” uma dica de leitura tão irresistível quanto o doce. Extremamente calórica intelectualmente. Na editoria “Do Consumidor” um certo “toma lá e não dá cá” do Estado Brasileiro. Questionar é preciso!
Nós, por enquanto, continuamos em mídia digital. Em breve inauguraremos o site com maior interatividade com o leitor/ouvinte! E claro, a incessante busca pelo departamento comercial para que o alcance do conteúdo seja cada vez maior.

Boa leitura!

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