jan 202010
 

Imparcialidade, um mito. A própria defesa dela é uma forma de ser parcial. Jornalismo de qualidade provoca debate, movimenta a comunidade no qual está inserido. Antes da Ditadura (e põe “dura” nisso!) debates ocorriam pela imprensa e pela tribuna do parlamento. O período de “exceção” tratou de esterilizar as redações e apodrecer Brasília. Niemeyer não merecia isso.
Manifesto Trabalhista na capa e o Colóquio na boca de quem oferece e de quem tem ou não emprego. E tem quem se esforce para conquistar o que gosta. Willian, sem pedido ou recompensa, aceitou a honra de ser estagiário do veículo. Ganha proporcionalmente mais que os “patrões”. Mérito dele em buscar sempre. O texto extraído de seu blog, pasmem, foi escrito aos 16 anos.
A Bandeira chegou, mas com atitude, sem papo furado de amo e não cuido. Fazer o bem sem olhar a quem só demanda esforço, sacrifício quando se espera algo em troca. A ausência dessa espera já representa a leveza de espírito tão falada mas pouco sentida.
O Conselho de Ouvintes não morreu. Estamos nos adaptando à prazos de criação do formato em audio. Não faremos algo de qualquer maneira e não temos vergonha de pedir mais um pouqinho de tempo! Pode?
O Esquizofrenia Classista diz tudo. Alguém duvida que o setor de comunicação no País precisa de reforma? Perfeição não, mas boa vontade e vergonha na cara não fazem mal a ninguém já diria a Vó de todo mundo.

Barbaridade!

 Leave a Reply

(requerido)

(requerido)

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>