jan 222010
 

(publicada originalmente na edição 8 – julho de 2009 – segunda quinzena)

Imagine um ‘Clube do Livro’ onde qualquer um em qualquer lugar pode ser integrante. Um clube com mais de 700 mil usuários até agora em dezenas de países.
Esse clube existe. É o BookCrossing, que há 8 anos serve de ferramenta intermediária na disseminação cultural mundo afora. Ela surgiu em 2001, após seu criador Ron Hornbacker ter um insight ao ver a esposa visitar um site que rastreava máquinas fotográficas descartáveis que eram deixadas em lugares públicos a fim de compartilhar as fotos com estranhos.
A ferramenta já tem sua versão brasileira, é o Livro Livre. Segundo o próprio site (www.livrolivre.art.br), ele funciona da seguinte maneira:
“Para participar do Livro Livre o leitor deve seguir três passos bastante simples: Ler, Registrar e Libertar. Libertar um livro é se desprender dele, deixar que ganhe o mundo e conquiste novos leitores. Ao colar uma etiqueta do Livro Livre em seu interior e deixá-lo em um bar, café, praça ou outro local público, é quase como se o leitor estivesse presenteando o livro com sua “carta de alforria”, dando-lhe liberdade para conquistar e encantar outras mentes.”
Se você quiser disseminar a cultura, e talvez usar o sistema como rede social, você precisa “libertar” seu livro.
Os livros participantes dessa ação contínua são identificados por uma etiqueta (disponível no site do Livro Livre) em seu interior que avisa ao leitor logo na primeira leitura: “Este livro não é um presente“. A etiqueta traz ainda um código que, se digitado no site www.livrolivre.art.br, permite que o leitor adicione críticas e comentários ao banco de dados do Livro Livre.

Leonildo Trombela Junior

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